Tim Curry performing as Frank ‘N’ Furter in the original American production of The Rocky Horror Picture Show at the Belasco Theater on March 10, 1975. Photos: Waring Abbott
(via amabilee)
Tim Curry performing as Frank ‘N’ Furter in the original American production of The Rocky Horror Picture Show at the Belasco Theater on March 10, 1975. Photos: Waring Abbott
(via amabilee)
(via grendizer)
(via gh0stblood-bat)
EMBRIAGADOS
Dos laços que fizemos com a liberdade que nos deram, surgiram verdades escondidas por letras desconhecidas, encontradas escritas em papyros perdidos. Os quais nem mesmo as gravuras da alma são capazes de encontrar.
A taça manchada de batom combinada com o resto de champagne, indica você ter passado por aqui. E memórias de bares distantes que visitavámos para nos perder, voltam fortemente.
Na época em que o álcool deslizava pelo corpo como se conhecesse nossas entranhas muito bem.
E nós, bêbados, ríamos de piadas ruins, como se fossem a melhor coisa que já houvessem nos dito, e ao acordar, nos encontrávamos em meio a ressaca alcoólica, aliviados por não termos quebrado juntos a viatura policial, como outrora.
Tudo isso era interessante antes de nos envolvermos e você invadir o pub da minha casa, tentando esquecer a humilhação depois de eu ter lhe traído .
A verdade é que eu sei que você não sente saudade dos beijos ou carícias que trocavámos, enquanto só eu era o apaixonado… Você sente saudade de um amigo para trocar bebidas doces e confundir tudo com amor, porque você só ama esquecer da realidade.
Ou então, a verdade é só que está na hora de trocar a minha fechadura.
- petit trésor
(via desonestos)
devagar, lento, quieto. um sussurro solto na correnteza, deslizando nas curvas de uma a outra até cair.
caindo devagar, lento, quieto. de pedra em pedra, uma cascata em passos desejando um fim ainda mais calmo.
terminamos no mar. a onda devagar e um vento lento num dia quieto. olhamos o horizonte, na imensidão algo parece fazer sentido. talvez nada faça sentido. talvez, quando vier um novo ano, tudo mudará. talvez, quando vier o amanhã, algum ódio herdado desperte em nós o fim.
mas, enquanto as gaivotas cantam, minha mão faz-se devagar próxima da sua. os dedos enlaçam, lentos e carinhosos. nossa manha quieta, nossa manhã silenciosa, nosso toque teimoso, derretendo o desconforto na correnteza e desaguando unicamente no fim de tudo: amar.
(via poecitas)
(via blunder)